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sexta-feira, 4 de março de 2011

Aves

Penas
     Se observarmos com atenção o corpo de uma ave, veremos que as penas variam muito em cor, tamanho e até forma, dependendo da sua localização. Em geral, podemos ver que as menores penas são as das asas e da causa; outras, pequenas, cobrem todo o corpo, e ainda há penugem, em filhotes, menores ainda, mais delicadas. As penas de cobertura são muito importante nas aves, animais endotérmicos, com a capacidade de manter constante uma alta temperatura interna, por volta de 40 ºC -41 ºC. Podemos entender outra função dessas penas ao verificar que as aves, em seus ambientes, geralmente não são bem percebida devido às suas cores.

O voo das aves
     A construção o corpo das aves está diretamente relacionada à sua capacidade especial de locomoção: o voo. Justando uma forte musculatura para a impulsão com a resistência e a leveza do esqueleto, as aves conseguiram uma excepcional eficiência no voo. Para tanto, são ainda fundamentais a forma alongada do corpo, a boa mobilidade das asas, a estrutura e a distribuição das penas;
    Os pulmões estão ligados a pares de grandes sacos aéreos, que ocupam grande espaço da cavidade corporal, armazenando ar, o que também determina a maior leveza do animal.

A pele
    A pele das aves é muito semelhante a dos répteis, pois é seca. Em muitas aves, algumas partes do corpo ficam sem proteção das penas e apresentam cores especiais. Nas pernas e nos dedos há uma cobertura de escamas córneas. Formações córneas são também as garras e os bicos, que recobrem o maxilar e a mandíbula.

O esqueleto
    O esqueleto das aves é mais leve em comparação ao dos demais vertebrados, pois esses animais têm alguns ocos, cheios de ar, chamados ossos pneumáticos.
    Em muitas aves, o esterno, o grande osso da região peitoral, tem forma de uma quilha de barco, chamada carena. Aí se fixam os músculos peitorais, responsáveis pelas fortes contrações que dão a impulsão ao animal durante o voo.

A reprodução
    Na época da reprodução, as aves marcam territórios, constroem ninhos, fazem a corte com curiosas danças, rituis com a exibição das penas, enfim, comportam-se de especial. Também cantam pela vibração de um complexo órgão, a siringe, localizada no ponto em que a traqueia se bifurca em dois brônquios.

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