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sexta-feira, 25 de março de 2011

Briófitas e pteridófitas.

Briófitas
    As mais conhecidas são os musgos, que aparecem em locais úmidos e sombreados. Têm, geralmente, menos de 2 cm e formam um certo tipo de tapete verde.
    Os musgos não têm um sistema, chamado de "vasos condutores de seiva". Em outras plantas eles transportam a água e os sais minerais das raízes para o resto da planta.
    Musgos são avasculares - Avascular significa 'sem vasos': a significa 'sem': e 'vasculum': pequeno vaso.
    Suas estruturas corporais são chamadas de:
  • Rizoide
  • Cauloide
  • Filoide 
     Tudo isso tem uma explicação. A ausência desse sistema mostra por que não encontramos plantas altas no meio de musgos: o transporte de substâncias pelo corpo da planta é feito pela célula e por isso é mais lento que em outras plantas terrestres.

A reprodução
    Nos musgos, após a fecundação, forma-se um filamento alongado que tem a extremidade uma cápsula - esporângio. Quando a cápsula abre liberta esporos que ao caírem em solo húmido germinam dando origem a uma estrutura verde - o protonema. A partir do protonema cresce um novo musgo que desenvolve órgãos reprodutores masculino e femininos, onde se formam as células sexuais. A união das células reprodutoras origina o ovo, que origina um esporogónio onde se formam os esporos. (Texto)

Pteridófitas
   Samambaias são exemplos de pteridófitas. As pteridófitas apresentam características que não estão presentes  nos musgos.
   Eles possuem os vasos condutores de seiva, por isso podem atingir tamanhos muito superiores aos musgos. A presença desses vasos, permite chamar de raiz, caule e folha as diferentes partes do corpo dessas plantas. O caule, subterrâneo ou rastejante chama-se rizoma. 
    
A reprodução
    A reprodução da samambaia é muito interessante pois, há uma fase sexuada (esporófito) e uma assexuada (gametófito). Agora vou explicar o desenho começando da samambaia (à esquerda). As folhas da samambaia possuem soros, estes soros liberam os esporos no solo, que gera o prótalo. Aí termina a fase sexuada e começa a fase assexuada. No prótalo é onde se formam os gametas, então ocorre a fecundação que dará origem a um novo esporófito (báculo). (Texto)





    

Algas verdes, pardas e vermelhas.

Como são as algas ?
    A maioria das algas é aquática, mas podem ser encontradas em outros locais, úmidos. As algas não têm raízes, nem caules, nem folhas. Elas são formadas por um talo.
    Entre as algas, temos reprodução tanto sexuada, como assexuada. Em muitas espécies, os dois tipos de reprodução aparecem alternadamente.
    As algas possuem clorofila, portanto fazem fotossíntese e como consequência produzem açucares e eliminam oxigênio no ambiente.
    Muitos tipos de algas são usadas e apreciadas pelo ser humano como alimento, outras originam produtos gelatinosos ou pastosos, que são substâncias da pasta de dentes, do sorvete...

  • Clorofíceas: São as algas onde os pigmentos verdes são mais abundantes do que os outros pigmentos.
  • Feofíceas: Nas feofíceas são encontrados pigmentos marrons, mais do que outro.
  • Rodofíceas: Possuem mais abundância de pigmento vermelho.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mamíferos

    O nome da classe indica uma das características exclusivas do grupo: as fêmeas possuem glândulas mamárias.

Composição do leite, nos mamíferos.

Espécie
Calorias
(kcal)
Proteínas
(g)
Gorduras
(g)
Glicídios
(g)
Mulher
70
1,8
3,5
6,1
Vaca
75
3,2
3,4
4,8
Cabra
84
3,6
4,0
4,3
Baleia
595
2,5
60,0
4,5

Pele
    A pele dos mamíferos é protegida por uma espessa e impermeável camada córnea, que evita uma excessiva perda de água. Isso colaborou, ao longo de sua história evolutiva, para a ocupação do ambiente terrestre, onde há maior risco de sua desidratação.
    Na pele das fêmeas, mais exatamente na região ventral do corpo, há um ou mais pares de glândulas mamárias, que produzem um rico alimento para os filhotes. O leite. Essas glândulas são exclusivas dos mamíferos, e todos eles mamam quando filhotes. Essa é uma das características que os identificam e os diferenciam dos outros animais. Outras glândulas, microscópicas, localizadas na derme, abaixo da epiderme, são as sebáceas, que lubrificam a pele e os pelos, e as sudoríparas, que produzem suor. Ao produzir suor, elas eliminam substâncias tóxicas e diminuem o calor interno, pois, durante a transpiração, a água retira calor do corpo, ao passar para o estado de vapor. Mantendo a temperatura corporal constante, como também acontece nas aves, esses animais podem realizar suas atividades normais, mesmo em ambientes com temperaturas muito váriaveis, suportando frio e calor intensos.
    Os pelos, estruturas exclusivas dos mamíferos, são importantes para diminuir a perda de calor corporal, pois retêm entre si uma camada de ar que funciona como isolante térmico.

A digestão
    Da mesma forma que a das aves, a dieta dos mamíferos é muito diversificada. Há os exclusivamente herbívoros ou carnívoros e também os onívoros. Os órgãos que participam da digestão do alimento encontram-se interligados, formando o sistema digestório, especializado em executar a função da digestão e absorção dos nutrientes.

A respiração
    Todos os mamíferos, inclusive os aquáticos, têm respiração pulmonar. Em todos eles, os pulmões ficam na caixa torácica, separada da cavidade abdominal por um músculo membranoso, o diafragma.
    É nos milhões de microscópicas câmaras, os alvéolos, que acontece a troca do oxigênio do ar inspirado pelo gás carbônico, trazido pelo sangue para ser eliminado do organismo.

A reprodução
    Nos mamíferos, a fecundação é interna, pois ocorre no interior do corpo da fêmea, e o filhote se desenvolve totalmente dentro do útero, nutrido pela placenta e protegido pelo âmnio. Isso vale para os placentários, que são portanto vivíparos. Apenas um grupo de mamíiferos, os monotremados, há animais ovíparos, cujo desenvolvimento embrionário acontece dentro de um ovo, como o das aves; É o caso do ornitorrinco.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Aves

Penas
     Se observarmos com atenção o corpo de uma ave, veremos que as penas variam muito em cor, tamanho e até forma, dependendo da sua localização. Em geral, podemos ver que as menores penas são as das asas e da causa; outras, pequenas, cobrem todo o corpo, e ainda há penugem, em filhotes, menores ainda, mais delicadas. As penas de cobertura são muito importante nas aves, animais endotérmicos, com a capacidade de manter constante uma alta temperatura interna, por volta de 40 ºC -41 ºC. Podemos entender outra função dessas penas ao verificar que as aves, em seus ambientes, geralmente não são bem percebida devido às suas cores.

O voo das aves
     A construção o corpo das aves está diretamente relacionada à sua capacidade especial de locomoção: o voo. Justando uma forte musculatura para a impulsão com a resistência e a leveza do esqueleto, as aves conseguiram uma excepcional eficiência no voo. Para tanto, são ainda fundamentais a forma alongada do corpo, a boa mobilidade das asas, a estrutura e a distribuição das penas;
    Os pulmões estão ligados a pares de grandes sacos aéreos, que ocupam grande espaço da cavidade corporal, armazenando ar, o que também determina a maior leveza do animal.

A pele
    A pele das aves é muito semelhante a dos répteis, pois é seca. Em muitas aves, algumas partes do corpo ficam sem proteção das penas e apresentam cores especiais. Nas pernas e nos dedos há uma cobertura de escamas córneas. Formações córneas são também as garras e os bicos, que recobrem o maxilar e a mandíbula.

O esqueleto
    O esqueleto das aves é mais leve em comparação ao dos demais vertebrados, pois esses animais têm alguns ocos, cheios de ar, chamados ossos pneumáticos.
    Em muitas aves, o esterno, o grande osso da região peitoral, tem forma de uma quilha de barco, chamada carena. Aí se fixam os músculos peitorais, responsáveis pelas fortes contrações que dão a impulsão ao animal durante o voo.

A reprodução
    Na época da reprodução, as aves marcam territórios, constroem ninhos, fazem a corte com curiosas danças, rituis com a exibição das penas, enfim, comportam-se de especial. Também cantam pela vibração de um complexo órgão, a siringe, localizada no ponto em que a traqueia se bifurca em dois brônquios.